Ampliação de vagas mudaria bancada de MT com Rosa Neide reeleita e mais um representante do Nortão na ALMT Publicado em 07/05/2025 às 18:54 Uma simulação feita a partir dos votos válidos das eleições de 2022 mostra como a composição da Assembleia Legislativa e da bancada federal de Mato Grosso teria mudado caso a ampliação de cadeiras tivesse sido aprovada antes do pleito.Na ALMT, o número de deputados subiu de 24 para 32 em 2023. Caso fossem 30 já em 2022, o resultado seria outro. Seis partidos teriam conquistado uma cadeira a mais: PSB, PSD, Republicanos, PT, PL e a federação PSDB-Cidadania. Neste último caso, a federação PSDB-Cidadania teria uma cadeira destinada ao Nortão de Mato Grosso com Damiani da TV eleito, mas caso ele ainda fizesse o que fez, de deixar o PSDB para migrando para o MDB para concorrer à prefeitura de Sorriso em 2024, ele perderia o mandato por infidelidade partidária, então a vaga ficaria com outro representante do norte do Estado, o tucano Adenilson Rocha, de Sinop.O MDB manteria suas quatro vagas, com os deputados mais votados da legenda. O modelo de distribuição considera o quociente eleitoral e a regra das sobras. A federação PSDB-Cidadania, mesmo com a divisão entre partidos, asseguraria duas vagas por causa do desempenho conjunto. O PL também manteria forte presença.Na Câmara dos Deputados, com 10 vagas em vez de 8, o cenário mudaria pouco. O PL manteria suas quatro cadeiras: Rodrigo da Zaeli, José Medeiros, Coronel Fernanda e Nelson Barbudo. O MDB também seguiria com duas (Juarez Costa e Emanuelzinho), e o União Brasil manteria Coronel Assis e Gisela Simona.As duas novas vagas iriam para o Republicanos e para o PT, que elegeria Rosa Neide. que mesmo tendo sido a candidata mais votada naquele pleito, ficou de fora por conta do quociente eleitoral da federação PT, PV e PCdoB.