Wellington lidera disputa ao governo de Mato Grosso

Wellington lidera disputa ao governo de Mato Grosso
Publicado em 01/09/2025 às 9:26

Fonte: Pauta Livre MT (foto: assessoria/arquivo)

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Comunicação e Marketing (IPCM) e divulgada pela revista Veja, aponta o senador Wellington Fagundes (PL) na liderança da corrida ao Governo de Mato Grosso. O levantamento mostra, no entanto, que a eleição pode ir ao segundo turno, já que os demais candidatos somam índices que desafiam a vitória em primeiro turno.

Na modalidade estimulada, quando os nomes dos concorrentes são apresentados aos eleitores, Wellington aparece com 30,92% das intenções de voto. Em segundo lugar está o senador Jayme Campos (União), com 13,17%. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) tem 9,83% e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo, que não tem partido, aparece com 7,92%.

Outros dois nomes também pontuaram. O deputado estadual Max Russi (PSB) alcança 6,92% e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) soma 6,5%. O número de indecisos chama atenção: 21,58% ainda não sabem em quem votar. Outros 1,75% não responderam e 1,41% declararam intenção de voto nulo ou em branco.

Quando considerados apenas os votos válidos, cenário mais próximo da disputa real, Wellington amplia a vantagem e alcança 41,09%. Jayme Campos aparece com 17,5%, seguido por Pivetta com 13,07%. Sérgio Ricardo soma 10,52%, Max Russi 9,19% e Natasha Slhessarenko 8,64%. Nesse recorte, o levantamento indica que, se a eleição fosse hoje, a disputa seguiria para o segundo turno.

O IPCM também avaliou a rejeição dos candidatos. Nesse cenário, Jayme Campos lidera, com 10,17% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Natasha aparece em seguida, com 5,67%, enquanto Pivetta tem 4,67%. Já Wellington Fagundes registra apenas 2% de rejeição, um dos índices mais baixos.

Mais da metade dos entrevistados, 57,42%, declarou não rejeitar nenhum dos nomes apresentados, o que, segundo analistas, pode indicar espaço para mudanças no quadro eleitoral ao longo da campanha.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores em todo o estado, entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%.