ROTARY SINOPEx-membros contestam versão de presidente do Rotary Sinop sobre saída de parceria com a UFMT Publicado em 09/05/2026 às 17:56 Fonte: Pauta Livre MT (foto: divulgação )A manifestação pública do presidente do Rotary Club Sinop, Allan Vinicius Lourencon, sobre o fim da parceria com a UFMT no projeto “Mexa-se Quem Ama Se Cuida” gerou forte reação nas redes sociais. Após divulgar um vídeo com sua versão sobre a origem e a condução da corrida, ele passou a ser contestado por ex-membros do clube, que afirmaram que a narrativa apresentada não corresponde à história do projeto.No vídeo, Lourençon disse que a parceria teria sido construída há cerca de 10 anos e que um “acordo de cavalheiros” teria impedido as instituições de usarem separadamente a marca do evento. Ele também afirmou que a UFMT teria registrado a marca “Mexa-se” em nome próprio, justificando, assim, a saída do Rotary da iniciativa.A fala, no entanto, foi rapidamente rebatida em comentários por pessoas que disseram ter participado da construção do projeto desde os primeiros anos. Entre elas, o médico Daniel Lagares afirmou que a história apresentada pelo presidente “reescreve” os fatos e destacou que acompanhou a evolução da corrida desde antes de ela se chamar “Mexa-se”.Segundo ele, professores ligados à UFMT, como Breda e Mário, teriam tido participação direta e intensa na consolidação da prova, trabalhando de forma voluntária na organização, captação de patrocinadores, mudança de percurso, premiação, camisas e estrutura logística. Lagares disse ainda que a corrida chegou a reunir até 2 mil inscritos por edição.Outro comentário que ganhou repercussão foi o de Lorena Valois, que acusou Lourençon de mentir e afirmou que o projeto sempre contou com forte atuação dos professores ligados à UFMT. Ela também criticou o presidente por, segundo ela, desrespeitar a professora Rafaela.A publicação do vídeo e a exclusão e bloqueios do comentários que contestavam a versão apresentada ampliaram a repercussão do caso e alimentaram críticas de ex-integrantes do Rotary, que acusam o presidente de tentar apagar parte da trajetória do projeto.